Conhecimento profundo, escuta real e direção diante do complexo. Especialista em cânceres raros, com foco em orientação precisa ao longo de toda a jornada oncológica.
O Dr. Gustavo Matos é Oncologista Clínico, com atuação dedicada a tumores de alta complexidade: Tumores do Sistema Nervoso Central e Sarcomas.
Essas áreas possuem escassez de oncologistas dedicados, e o Dr. Gustavo se apoia na capacidade de enxergar possibilidades reais de cuidado, acesso mais horizontal ao médico e alta especialização — transformando as inseguranças dos pacientes em direção.
Mesmo diante da complexidade, é possível encontrar o norte.
— Princípio de cuidadoCom formação sólida e atuação em pesquisa clínica, o Dr. Gustavo conduz seus pacientes com escuta empática e atenta, provendo tranquilidade para situações que exigem um repertório maior e mais denso.
Diagnóstico e tratamento de tumores primários e metastáticos do sistema nervoso central, incluindo gliomas, meningiomas e metástases cerebrais.
Tratamento multidisciplinar de sarcomas de partes moles e ósseos, tumores raros que exigem expertise específica para diagnóstico preciso e manejo adequado.
Cuidado especializado para pacientes entre 15 e 39 anos — uma população única, com tumores específicos e impacto profissional e social distintos.
Tire dúvidas sobre tumores, sintomas, medicamentos e como preparar sua consulta com o Dr. Gustavo — com informações claras e acessíveis, disponíveis a qualquer momento.
Informações sobre gliomas, sarcomas, efeitos colaterais de quimioterapia, medicamentos e como se preparar para a consulta.
Iniciar conversaTextos informativos sobre tumores cerebrais, sarcomas, quimioterapia e cuidados com a saúde.
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A tomografia computadorizada (TC) possui menor resolução para estruturas cerebrais. Ela gera imagens baseadas na diferença de densidade — o quanto cada parte do corpo bloqueia os raios-X. Como o cérebro e os tumores cerebrais têm densidade relativamente homogênea, perde-se bastante capacidade de diferenciação.
Já a ressonância magnética (RM) avalia a intensidade do sinal gerado em resposta a um campo magnético. A máquina opera em diversas sequências, sendo as mais comuns: T1, T2, T2/FLAIR, SWI e DWI. Cada sequência gera uma imagem diferente da mesma estrutura, aumentando enormemente a capacidade de diferenciação.
A RM consegue identificar tumores de baixa agressividade que não seriam visíveis na TC, é mais precisa para medir tamanho e avaliar invasão de estruturas internas do cérebro. A TC, quando detecta um tumor cerebral, geralmente indica algo mais agressivo — que sangrou, gerou edema significativo ou capta muito contraste. A única vantagem real da TC é a melhor definição das estruturas ósseas do crânio.
Não. A grande, gigantesca maioria dos cânceres são esporádicos — ocorrem de forma aleatória entre as pessoas, independentemente de seus hábitos de vida.
É verdade que alguns comportamentos aumentam a probabilidade de desenvolver certos tipos de câncer. Mas isso não significa que a pessoa "causou" o próprio câncer, e muito menos que quem não fuma não pode desenvolvê-lo.
Culpar o paciente pelo diagnóstico é errado e prejudicial. Além de não corresponder à realidade científica, esse tipo de atitude aumenta o sofrimento emocional de quem já enfrenta uma situação extremamente difícil.
O câncer é uma doença complexa, multifatorial, e a maioria dos casos não tem uma causa única identificável.
Sarcomas são tumores malignos originados em tecidos de preenchimento e suporte do corpo. São mais de 200 doenças diferentes, que correspondem a cerca de 1% do total de cânceres da população.
Sarcomas de tecidos moles: leiomiossarcoma, rabdomiossarcoma, sarcoma sinovial, lipossarcoma, sarcoma pleomórfico indiferenciado, mixofibrossarcoma, fibrossarcoma, tumor maligno de bainha neural periférica, sarcoma epitelioide, entre outros.
Sarcomas ósseos: osteossarcoma, condrossarcoma, sarcoma de Ewing, tumores de células gigantes do osso, entre outros.
Dificilmente um médico não especializado vê mais de um caso por ano. Está comprovado que tratar sarcomas com médicos habituados a esse tipo de tumor gera melhores desfechos para o paciente. Por isso, o encaminhamento para um especialista dedicado é fundamental.
Estar curado não significa esquecer a quimioterapia que foi feita. Dependendo dos medicamentos utilizados, existem efeitos que podem se manifestar anos depois:
Além disso, os hábitos saudáveis continuam importantes: dieta equilibrada, atividade física, vacinações e exames preventivos conforme a idade.
Tumores de hipófise são relativamente comuns, e a grande maioria é benigna, não gerando qualquer problema à pessoa.
Tumores malignos da hipófise são muito raros. A maioria das pessoas com adenoma hipofisário vive normalmente, com acompanhamento clínico periódico e, em alguns casos, tratamento medicamentoso ou cirúrgico.
Imagine a seguinte situação: uma pessoa recebe o diagnóstico de uma doença grave, potencialmente limitante. A partir daí, precisa ir ao hospital com frequência — geralmente a cada 3 semanas — para receber um tratamento endovenoso que provoca cansaço, enjoo, dor e uma série de outros sintomas.
É completamente natural que essa pessoa apresente irritabilidade, tristeza e ansiedade. Isso não é fraqueza — é uma resposta humana esperada diante de uma situação extremamente difícil.
Se você tem um familiar ou amigo passando pela quimioterapia: continue oferecendo apoio. Presença, escuta e paciência fazem uma diferença enorme. Evite cobranças e expectativas de que a pessoa "se comporte normalmente" durante o tratamento.
Em casos de sofrimento emocional intenso, o acompanhamento com psicólogo especializado em oncologia (psico-oncologia) pode ser muito valioso.
Gliomas são tumores cerebrais formados a partir das células da glia — estruturas de suporte e defesa do sistema nervoso central.
Cirurgia: o neurocirurgião busca remover o máximo de tumor possível sem causar prejuízo neurológico.
Radioterapia: quase sempre realizada após a cirurgia de tumores de alto grau. Em gliomas de baixo grau, pode ser discutida a realização imediata ou em momento mais oportuno.
Quimioterapia: os principais agentes utilizados são temozolomida, o regime PCV, lomustina e carmustina.
Terapia-alvo e imunoterapia: indicadas quando exames moleculares identificam mutações específicas que permitem o uso dessas estratégias.